sexta-feira, 3 de junho de 2011

Investimentos em energia renovável crescem 60% em todo o mundo



Os investimentos em energia solar triplicaram de 2004 a 2007, ano em que recebeu quase US$ 30 bilhões.
O investimento global em energias renováveis ao longo de 2007 registrou crescimento de 60% em relação ao ano anterior, com US$ 148 bilhões aplicados no setor.  O levantamento foi apresentado na terça-feira (1/7) pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente , no relatório Tdencias globais do envestimento emenergia renovavel
De acordo com o levantamento, a energia eólica atraiu a maior parte dos aportes - US$ 50,2 bilhões de dólares. No entanto, o mercado que mais cresceu foi o de energia solar. O segmento recebeu cerca de US$ 28,6 bilhões, três vezes mais que em 2004.
China, Índia e Brasil são a bola da vez. Juntos, os três países receberam 22% dos investimentos mundiais, o equivalente a US$ 26 bilhões. Os aportes são 14 vezes maiores que os realizados em 2007. Enquanto China e Índia desenvolveram o setor de energia eólica, o Brasil tenta manter o cenário de renovável às custas de grandes hidrelétricas e etanol.
"A matriz elétrica brasileira tem recebido a maior quantidade de energia nova a partir de térmicas fósseis, contrariando a tendência mundial de investimentos em energias renováveis apontada pelo relatório", comenta Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de Renováveis do Greenpece Brasil.
"Mas há um forte movimento para mudar esse quadro. O encontro de energia eólica que reuniu os governadores nordestinos e o ministro de energia em meados de junho mostrou que tanto a iniciativa privada quanto o governo regional querem explorar o enorme potencial do Brasil para o desenvolvimento desse mercado", avalia.
O Greenpeace vem apresentando novos dados para promover o debate sobre uma matriz energética renovável e eficiente. A ONG publicou em maio o relatório A caminho da sustentabilidade energetica :como ummercado de renovaveis no brasil , o estudo aponta os obstáculos regulatórios que devem ser superados para que o país avance na expansão das energias limpas. Esse foi o segundo relatório sobre o tema lançado pelo Greenpeace. O primeiro, revolução energetica, lançado em 2007, demonstra a viabilidade técnica e econômica para o Brasil construir uma matriz energética 88% renovável em 2050.

Roupa-robô ajuda deficientes fisicos a se movimentarem



japones
Os japoneses mais uma vez estão ai para nos impressionar. A última deles realmente tem um grande potencial econômico e de ajuda a pessoas deficientes.
Ela é uma vestimenta chamada de HAL (Hybrid Assistive Limb)  e foi desenvolvida pela Cyderdyne Corporation, que fica no Japão. A vestimenta foi criada com o objetivo de ajudar e melhorar algumas deficiências do corpo humano, principalmente pessoas com paralisias ou lesões na medula espinhal.
A roupa, apesar de ajudar bastante as pessoas é bem pesada, são 23 kg de extremidades robóticas e uma mochila que contém uma bateria e o sistema informático responsável por animar a roupa. Mas a Cyberdyne Corporation afirma que o peso se torna irrelevante quando ele é responsável por suportar o peso dela e da pessoa.
Para ter ideia do grau de tecnologia empregada no dispositivo os movimentos do aparelho são feitos através do pensamento, mais exatamente por sinais nervosos enviados pelo cérebro para os músculos, e como a roupa está acoplada ao corpo ela responde com o movimento, já que esses sinais podem ser percebidos pela pele.
No entanto, tanta tecnologia tem um preço, e muito alto, por sinal, o aluguel dela por um mês está custando £ 1.370, ou seja, mais de 4 mil reais, mas apesar disso ela não está restrita apenas para os japoneses, de qualquer canto do mundo alguém pode alugá-la.
fonte:http://www.numclique.net/roupa-robo-ajuda-deficientes-fisicos-a-se-movimentarem/7229

Tecnologia ajuda cegos a enxergar


BrainPort
A cegueira começou a se apossar de Barbara Campbell na adolescência, e antes dos 40 anos ela já havia perdido totalmente a visão. Dependendo de um computador com áudio para ler e de uma bengala para andar por Nova York, onde vive e trabalha, Cambpell, 56, ficaria emocionada por ver alguma coisa. Qualquer coisa.
Agora, ela consegue. Campbell está entrando num projeto intensivo de pesquisa, de três anos, que envolve a implantação cirúrgica de eletrodos nos olhos, uma câmera sobre o nariz e um processador de vídeo na cintura.
O projeto, a retina artificial, inclui pacientes em EUA, México e Europa e é parte de uma onda de recentes pesquisas destinadas a fazerem cegos enxergarem.
Alguns dos 37 outros participantes em etapas mais avançadas já conseguem distinguir entre pratos e xícaras, entre grama e calçada, entre meias brancas e escuras, entre portas e janelas, identificar letras grandes e ver onde as pessoas estão, embora não com detalhes.
“Para alguém que é totalmente cego, isso é notável”, disse Andrew Mariani, diretor de um programa no Instituto Nacional dos Olhos.
Os cientistas planejam desenvolver tecnologias que permitam às pessoas ler, escrever e reconhecer rostos. Outras abordagens para ajudar os cegos incluem a terapia genética e a pesquisa com células-tronco, que é considerada promissora, embora longe de produzir resultados. Os estudos também envolvem uma proteína sensível à luz e transplantes de retina.
Em outro projeto, o BrainPort, uma câmera usada por um cego captura imagens e transmite sinais para eletrodos inseridos sobre a língua, produzindo um certo tremor que a pessoa pode aprender a decifrar como a localização ou o movimento de objetos.
A retina artificial de Campbell funciona de forma similar, só que produz a sensação de visão, e não um tremor na língua. Desenvolvida por Mark Humayun, cirurgião de retina da Universidade do Sul da Califórnia, ela se baseia nos implantes cocleares para os surdos.
Com a retina artificial, uma folha de eletrodos é implantada no olho. A pessoa usa óculos com uma pequena câmera, que captura imagens que o processador de vídeo traduz em padrões de luz e sombra. O processador de vídeo orienta cada eletrodo a transmitir sinais representando os contornos, o brilho e o contraste de um objeto, os quais pulsam ao longo dos nervos ópticos para dentro do cérebro.
Atualmente, “é uma imagem muito crua”, disse Jessy Dorn, cientista do Sight Medical Products, que fabrica o dispositivo.

Campbell gostaria especialmente de ver cores, mas qualquer cor seria um clarão aleatório, disse Aries Arditi, pesquisador sênior de ciências da visão da ONG Lighthouse International.
Ela viu luzes circulares em um restaurante, parte de uma instalação luminosa em uma exposição de arte. “Há muito que aprender”, disse ela. Ainda assim, “estou realmente vendo isso”, comemorou.

Fonte: The New York Times , http://www.humanasaude.com.br/novo/materias/2/tecnologia-ajuda-cegos-a-enxergar_12588.html
Edição: F.C.
20.10.2009

Tecnologia para surdos mudos

Produtos

Telefone para surdo ligado ao computador
O TSPC trata-se de um dispositivo que, ligado ao computador, efetua ligações destinadas às pessoas surdas e com dificuldades da fala.
Este produto é pioneiro no Brasil, tendo tecnologia 100% nacional, que ligado ao computador e a uma linha telefônica analógica, efetua e recebe ligações.
O software TSPC poderá ser instalado somente em computadores com os seguintes sistemas operacionais: Windows 98 Second Edition, Windows ME, Windows 2000 e Windows XP.
O TSPC possui secretária eletrônica, histórico de ligações, discagem rápida para 10 números telefônicos, mensagens personalizadas, agenda telefônica com limite máximo de 999 contatos gravados, e pode efetuar ligações para: outros modelos TSPC, Surtel, CISO (Central de Intermediação Surdo Ouvinte) e Telefone Público para Surdo.

TS - Telefone para Surdo
Este aparelho se comunica com outro igual através de linha telefônica. Possui teclas para envio de mensagens que serão recwebidas por outro aparelho idêntico. Possui visor que possibilita a leitura da mensagem. Hoje algumas operadoras disponibilizam a Central de Atendimento ao Surdo, para facilitar a comunicação do Surdos com demais aparelhos.

Alertas Luminosos
Os Surdos utilizam dispositivos luminosos em campanhias,telefones como (TS) e em bábas eletrónicas. Ex.: Quando apertar a campanhia da casa de uma pessoa Surda, o dispositivo acenderá, dessa forma o Surdo sabe que tem alguém em sua porta.

Relógio de Despertador Vibratório
Muito utilizado pelos Surdos, principalmente em baixo do travesseiro, pois ele vibra no horário escolhido para dispertar.

Relógio de Pulso Vibratório
Relogio de pulso com vibrados de compromisso, quando configurado para tal.

Babá luminosa para Surdos
Funcionamento:
Instalar ALERT LUZ Baby até 3 metros do bebê e regulara sensibilidade do som ambiente no botão frontal.
OBS.: Enquanto o bebê estiver chorando o ALERT LUZ receptor piscará continuamente.

Aparelho televisor com legendas.

Aparelho celular com o recurso de envio e recebimento de mensagem.

Protetores de ouvido
Os equimentos de proteção auditiva apresenta soluções para diminuir os riscos ruídos, proporcionando uma maior segurança e conforto para o trabalhador.

Existem protetores de ouvido específicos para a prática da natação. Esses não têm função específica de prevenir ruídos, mas de impedir a entrada de água no ouvido. Entretanto, a maior parte dos protetores de ouvido é mesmo utilizada como forma de prevenir a surdez.

Torpedo Rybená
O Torpedo Rybená é um serviço que permite receber e enviar mensagens de texto na Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS.
- Surdos (Pessoas com Necessidades Especiais – auditivos ou com baixa audição) poderão através da animação de imagens no celular se comunicar em LIBRAS, como também visualizar as mensagens recebidas em texto.
- Ouvintes poderão enviar Torpedos Rybená que serão convertidos para LIBRAS viabilizando dessa forma a comunicação através do uso de duas línguas (Português x LIBRAS) de forma transparente e não tutelada.
Eli - Bluetooth
O Eli é o menor dispositivo de áudio Bluetooth no mercado, com as dimensões de 27 mm x 16 mm x 11 mm e peso de 5,2 gramas. Possui três pinos que se conectam a qualquer aparelho auditivo retroauricular com a sapata da entrada direita de áudio;

O aparelho oferece comunicação digital bidirecional entre um telefone celular digital com Bluetooth e um aparelho auditivo. Considerando que o sinal transmitido entre estes dispositivos é digital, não está sujeito às mesmas fontes de interferência de outros tipos de transmissão sem fio, como transmissão FM analógica ou transmissão indutiva analógica. É muito fácil de usá-lo. Ao receber uma ligação, o toque é ouvido no próprio aparelho auditivo via Eli ao invés do telefone celular. Para atender, o usuário simplesmente aperta o botão do módulo. Se a pessoa que ligou desligar, o Eli reconhece que a ligação terminou e desconecta automaticamente.
Máquinas de tradução para surdos-mudos
Você sabe a linguagem dos sinais para surdos-mudos? Como se comunicam com os surdos-mudos? O Instituto da Tecnologia Informática da Academia de Ciências da China pesquisou com sucesso um sistema de distinção e síntese da linguagem dos sinais que ajudam os surdos-mudos a falar e entender o que dizem as pessoas normais. No programa de hoje, vamos conhecer este sistema.

Jornalista: "Olá!"
Som sintético: "Olá!"
Jornalista: "Muito prazer em conhecê-lo!"
Som sintético: "Eu Também."
Jornalista: "O que gosta de fazer no cotidiano?"
Som sintético: "Gosto de ir às compras, viajar e ver desenhos."

Este diálogo foi realizado entre um jornalista e Ma Yan, uma menina surda-muda. Ele foi concretizado através do sistema de distinção e síntese da linguagem dos sinais, constituído por um computador e um par de luvas.
O sistema transforma a linguagem dos sinais para som e vice-versa. O processo da transformação dura apenas alguns segundos, por isso, o intercâmbio entre eles foi fluente.
O catedrático, Chen Yiqiang, que participou da pesquisa, disse a nosso jornalista que o par de luvas é essencial na tradução da linguagem dos sinais em som para o mandarim.
"O sistema pode distinguir com precisão os gestos das mãos e transformar os mesmos lem sinais digitais que serão processados pelo computador e transformados para textos e sons".
Segundo Chen, a boa função das luvas se deve aos 18 sensores e 1 dispositivo de posicionamento nelas instaladas. Os dispositivos oferecem sinais para o computador de acordo com os gestos das mãos. O sistema tem uma grande precisão e possui um vocabulário de mais de 5.000 palavras da linguagem dos sinais.
Anel com alarme vibrador - Será útil para pessoas com deficiência auditiva?
A proposta do designer Meng Fandi que criou um despertador em forma de anel que desperta (vibrando) em hora programada em uma base remota onde os mesmos podem ser reprogramados.Segue o link da página do designer e das fotos do aparato: coroflot ou no site http://gizmodo.com/gadgets/design-concept/ring-the-vibrating-alarm-276664.php



FONTE:http://surtec.sur10.net/tecnologia/produtos/

quarta-feira, 1 de junho de 2011

professor regente Tony alves

Mercado central

                                      
Antes não se pensava em supermercados, porém a cidade borbulhava de vendedores típicos ambulantes, os chamados pregoeiros, que vendiam (ou compravam) de tudo de porta em porta e que hoje são chamados de leiloeiros. Foi nesse contexto que surgiu o Mercado central.
O Mercado Central de São Luís foi construído em 1864. Setenta e cinco anos depois, em 1939, dentro de um programa sanitarista, o prédio foi demolido e reconstruído pelo governador Paulo Ramos. Durante muito tempo passou a se chamar Mercado Novo, devido a essa reconstrução. A última reforma pela qual passou o popular Mercado Central foi em 1992 e agoniza em meio ao talento e à disposição dos feirantes que viram o mercado crescer.
Ele já foi chamado de Largo do Açougue Velho, na década de 1940, quando ali existia um curtume que tinha relação com o curral municipal.

      Ocupando um quadrilátero retangular entre a rua de São João e o fim da avenida Magalhães de Almeida, o Mercado Central reúne cerca de 450 estabelecimentos e mantém direta e indiretamente mil trabalhadores em média, além de todas as pessoas envolvidas na logística do processo desde o transporte de mercadorias vindas de locais distantes até arrumadores e pessoal da limpeza. O mercado gera renda para quase 2.500 pessoas, incluindo flanelinhas e carregadores de sacolas e é administrado por apenas um gerente.
Quem frequenta o local já se acostumou com a mistura de sabores, cheiros, cores e artes. Nele se encontra o que de mais peculiar e queludovicense tem em suas raízes: frutas e bebidas regionais, doces caseiros, ervas, plantas medicinais, caças, grãos, além de carnes, aves, peixes, mariscos, legumes, hortaliças, artesanato em palha, couro e madeira, gaiolas, vassouras, funis e diversas quinquilharias. Os boxes da área externa concentram as maiores exposições de artigos de artesanato. Os boxes internos são, em sua maioria, ocupados pelos vendedores de gêneros alimentícios não perecíveis e dos diversos tipos de carne. As leguminosas são expostas em bancas, nos corredores e nas proximidades da área central do quadrilátero, que é ocupada pela administração. Trata-se de um prédio de arquitetura muito simples: um galpão subdividido em boxes e corredores, colorido apenas pelas cores e diversidade dos produtos ali expostos.
Apesar de se denominarem ‘amantes do Mercado Central’, muitos feirantes reclamam da falta de reformas no prédio e da má distribuição de taxas de energia elétrica. E a secretaria municipal de agricultura, pesca e abastecimento afirma quea revitalização do mercado contempla serviços de reforma e ampliação, além de obras de drenagem em todo o entorno, que serão realizadas para acabar com os alagamentos que comumente ocorrem naquela área durante o período chuvoso. 

     Em meio às qualidades e defeitos que o Mercado Central traz em sua história, existem aqueles que mais do que apenas meros trabalhadores, humanizam o local e fazem dele um celeiro de histórias de sucesso.
O Mercado Central ainda é lugar de imensa diversidade de produtos regionais, como frutas, bebidas, doces caseiros, ervas, plantas medicinais, caças, grãos; além de carnes, aves, peixes, mariscos, legumes, hortaliças; artesanato em palha, couro, madeira e cerâmica oriundos de várias regiões do estado.

Equipes da feira de ciências